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CONVOCATORIA

 

Sección “En diálogo con las literaturas de América Latina”: La obra de Roberto Bolaño (1953-2003) será publicado en el número 108 de la Revista Chilena de Literatura, correspondiente a noviembre de 2023. Para más información, puede revisar el siguiente link.

 
Dossier “Vivir entre lenguas”: prácticas de traducción en la literatura latinoamericana y caribeña.
Será publicado en el número 109 de la Revista Chilena de Literatura, correspondiente a mayo de 2024. Para más información, revisar el siguiente link.

Alguns preceitos da invenção e elocução metafóricas de emblemas e empresas

Autores/as

  • João Adolfo Hansen Universidade de São Paulo

Resumen

O texto trata de dois gêneros mortos, emblema e empresa, especificando os preceitos da invenção do corpo (a imagem) e da alma (o discurso) de ambos que são legíveis em obras de Andrea Alciato, Horapolo, Valeriano, Francesco Colonna, Paolo Giovio, Emanuele Tesauro e, principalmente, no “Prólogo” de Iconologia, de Cesare Ripa. Os tratadistas opõem seus gêneros, considerando que são os usos que determinam sua diferença. O emblema sempre é definido como figuração de noções de validade coletiva. Quanto à empresa, figura um propósito heróico particular. No emblema, o mote que encima a alma e o corpo indica que é documento moral de sentido deliberativo ou aconselhamento da ação futura. O emblema também figura casos heróicos, ajuizando-os judicialmente e louvando-os epiditicamente como ações exemplares a serem imitadas por todos. Quanto à empresa, seu uso é individual e aristocrático, devendo ser aguda e equívoca, com a brevidade que obscurece a qualidade do que é figurado. Logo, o emblema sem imagens pintadas permanece emblema, bastando a alma (discurso) para representar publicamente o que se pretende figurar (como ocorre na primeira edição de Emblemata, de Alciato), enquanto a empresa nunca pode dispensar a imagem, pois sem ela o mote fica sem argumento de semelhança.

Palabras clave:

emblema, empresa, mote, cuerpo, alma, res picta, alegoria